CHEFE DA CASA

MÃE MARIA DE CAMARGO BIOGRAFIA

  Mãe Maria de Camargo nasceu no dia 29 de outubro , contudo o ano não sabemos com precisão , estima-se que seja entre 1590 e 1592...

MÃE MARIA DE CAMARGO

"O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é bom, todo o teu corpo se encherá de luz. Mas se ele é mau, todo o teu corpo se encherá de escuridão. Se a luz que há em ti está apagada, imensa é a escuridão em ti." (Mestre Jesus Cristo).
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quinta-feira, 22 de março de 2018

A Umbanda Ensina. Será que nós aprendemos?





 A Umbanda é uma religião voltada exclusivamente a Deus e seus trabalhadores em prol da caridade, e ela nos passa milhares de lições, ensinamentos que nos leva a entender a verdadeira caridade, a verdadeira humildade, a verdadeira paz, o verdadeiro amor, e o verdadeiro religamento com o Pai Maior, nosso amado Deus.

       Milhares de pessoas se dizem umbandistas, ou consulentes de Umbanda, porém acreditam em uma Umbanda que não condiz com a verdadeira religião. Muitos creem que ela está ali para sanar seus problemas imaginários, seus desejos descabidos, suas vinganças inventadas, enfim, tudo referente a sua vontade própria, buscando passar por cima de tudo e de todos, principalmente do livre arbítrio de seu semelhante, coisa que a Umbanda respeita extremamente.

    Aquele que procura a Umbanda para os ditos trabalhos de amarração, de vingança, ou para atormentar um semelhante, enfim entre tantas maldades que criam na cabeça dos seres humanos, devem entender que a Umbanda não aceita esses tipos de colocações, suas Entidades de Luz trabalham exclusivamente para a paz, a saúde, a evolução, a caridade e o amor. E se alguém disser que é umbandista e estiver pregando ao contrário dessas colocações, não é e nunca foi umbandista.

    Devemos ter em mente que o que gira em torno da Umbanda são os Orixás, as Entidades de Luz e principalmente Deus, sendo assim temos que entender as essências dessas divindades, assim como já temos muitos conhecimentos sobre a essência de nosso amado Deus.

    Vamos exemplificar o que estamos tentando passar, e para isso vamos dar início falando dos Orixás de Umbanda.

    Sabemos que temos muitos erros, e temos a convicção de que isso pode nos atrasar dentro da evolução espiritual, sendo assim os Orixás tentam nos passar, através da Umbanda, muitos ensinamentos e lições, porém muitos de nós não entendemos que essas colocações devem ser seguidas de uma forma convicta.

    Abaixo faremos um resumo com o nome do Orixá, e o que ele deseja que seja aprendido por nós.

OXALÁ:
Deseja que aprendamos a calma, a serenidade, a mansidão. Tenta nos passar que a luz de Deus é algo divino, e que devemos nos manter em oração independente dos problemas que surgem.
    Porém muitos de nós não entendemos essa colocação, nos desesperamos por tudo, reclamamos por nada, culpamos a Deus por muitas coisas sem nexo. Ou seja, estamos indo ao contrário do que é nos mostrado por Pai Oxalá.


OGUM:
O ensinamento de Ogum a nós é a disciplina e a determinação. Devemos ser guerreiros, buscar soluções, não desistir nunca, sermos vencedores nas buscas de nossos objetivos.
    Porém somos fracos quando nos deparamos com algum obstáculo, nos entregamos facilmente ao desânimo, e não mantemos a disciplina em nossa vida, e assim muitos infelizmente se entregam aos vícios, vícios esses que são saídas falsas para os que tem falta de coragem de lutar, assim como ensina Pai Ogum.


OXOSSI:
Nos ensina a termos paciência e o desprendimento, devemos entender que tudo tem a hora certa e não é nossa ansiedade que vai adiantar as coisas que achamos que merecemos. Além disso temos por obrigação em saber que nem tudo que achamos que merecemos, realmente é de nosso merecimento.
    Devemos nos desprender das coisas materiais, entendendo que podemos sim tê-las, porém esses mesmos bens materiais não podem nos dominar a ponto de não valorizarmos mais nossos semelhantes, e apenas o material.
    Porém não é assim que nós encarnados falhos vemos a vida, a falta de paciência em tudo e com todos nos domina, e o apego as coisas materiais nos afasta de Deus a ponto de muito de nós usarmos o nome do Pai Maior para adquirir mais e mais bens econômicos, e após conseguirmos, simplesmente nos esquecemos da existência de Deus. E assim estaremos saindo totalmente da linha de ensinamento de Pai Oxossi.


XANGÔ:
Nos ensina a necessidade da observação, da liderança, de usarmos a inteligência e sermos coerentes com a justiça. Ele nos mostra os caminhos que devemos seguir para atingirmos determinados objetivos a conquistar. Prega a todos a importância da honestidade, e que ninguém pode estar acima da justiça de Deus.
    Porém nós como pessoas individualistas nunca buscamos seguir os caminhos mostrados por Xangô, estamos sempre a contramão da justiça, usando sempre a lei da vantagem. Nunca observamos os fatos profundamente antes de julgarmos um semelhante, deixamos de usar a inteligência de uma forma coerente para nos colocarmos a contravento das coisas corretas, apenas com intuito de buscar alguma vantagem própria. E assim vamos ao caminho contrário das lições de Pai Xangô.


OBALUAIÊ/OMULÚ:
Nos ensina que mesmo nas maiores adversidades poderemos sair vencedores, que devemos respeitar nosso próprio corpo, que devemos entender que a morte não é o fim da caminhada, e apenas um novo início.
   Obaluaiê/Omulú ainda nos mostra que a vida é a maior benção que Deus, nosso Pai Maior, pode nos conceder.
    Porém nós nos entregamos a falta de fé nos mínimos obstáculos em nossa frente, reclamamos de tudo e de todos, nos entregamos a promiscuidade, deixamos ser levados por obsessores viciosos, deprimimos por coisas sem nexo, e ainda não respeitamos a Deus quando achamos que o suicídio é a saída para problemas que nossa mente cria. E assim estamos na contramão dos ensinamentos e lições de Pai Obaluaiê/Omulú.


IANSÃ:
Nos ensina a termos coragem e lutar contra as atribulações do dia a dia. Nos mostra que devemos nos manter erguidos na fé, lutar sem esmorecer, sermos precavidos, audaciosos, guerreiros.
    Porém nós somos fracos, sem fé, sem atitude, e nos entregamos facilmente. Deus nos dá a cruz que ele tem certeza que podemos carregar, e nós ainda assim reclamamos do Pai. E dessa forma estamos indo em desencontro com os ensinamentos de Mãe Iansã.


IEMANJÁ:
Nos ensina termos consciência e altruísmo, nos mostra a alegria que devemos ter com coisas pequenas, nos mostra como ser com nossos semelhantes, a como ter forças para a caridade, a sermos luz a quem necessita.
    Porém somos na maioria das vezes egoístas, injustos, esquecemos que a solidariedade deve ser praticada, que só grandes feitos podem nos alegrar, que ser caridoso só se isso vier de mão dupla, esquecendo que o bem deve ser feito sem olhar a quem. E dessa forma vamos ao caminho contrário de Mãe Iemanjá.


OXUM:
Nos mostra como lição o valor da família, do amor, da paz, da honestidade. Ela nos ensina que os homens devem valorizar as mulheres, e as mulheres deves saber que elas tem seu valor e sua estima, e assim Deus se faz presente na convivência de ambos, fazendo com que a família seja valorizada extremamente.
    Porém nós nos tornamos seres cheios de ódio, idolatramos a perversidade, aplaudimos a guerra, viramos desonestos pela ganância, nos decaímos nas mãos da promiscuidade, homens creem que a mulher é objeto de sanar seus desejos animalescos, e mulheres se entregam a um falso prazer carnal a qualquer hora e com qualquer um. E assim nos afastamos das grandes lições de Mãe Oxum.


NANÃ BURUQUÊ:
Nos ensina a termos amor-próprio, a nos preservar, a não sermos levados a caminhos promíscuos, a sermos coerentes, seguros, e não imaturos. Ela nos mostra a importância da fidelidade, da família, do desapego, da caridade, do compartilhamento. Está sempre nos abrindo portas para o entendimento da vida, e de nos religarmos a Deus. Nos ensina também a compreensão para cada momento difícil de nossa caminhada como encarnados e nos dá a mão quando estamos prestes a desencarnar.
    Porém nós nos colocamos em situações de infidelidades, não preservamos nosso corpo, nos entregamos as promiscuidades, vivemos como se não pensássemos, somos imaturos, não caridosos, viciosos, apegados as coisas supérfluas.
    Nos entregamos ao desespero por tudo e por qualquer coisa, perdemos facilmente a fé, e culpamos a Deus pelas desventuras que possivelmente poderemos ter. E assim estamos andando ao contrário das lições de Mãe Nanã Buruquê.
    E assim vimos as lições dadas pelos Orixás de Umbanda, e que muitas vezes nós fazemos questão de não aprender, e por muitas e muitas vezes buscamos sofrimentos, pelo simples fato de não tentar buscar entender a Umbanda.

    E sabemos também que a Umbanda nos ensina muitas coisas através das lições dadas pelas suas Entidades de Luz, tanto na vida como encarnados, quanto no tempo de divindade delas. E assim resumiremos algumas lições dessas amadas Entidades, a nós seres tão imperfeitos.

PRETO VELHO:
Nos ensina através da Umbanda a sermos caridosos, serenos e principalmente humildes, nos mostra a importância de ouvir nossos semelhantes, não julgar, e nos ensina o caminho para chegar a Deus através das orações feitas com fé.












CABOCLOS:



Nos ensinam a lutar pelo nosso objetivo, nos mostram que devemos ser fortes e persistentes, que a união faz a força, e que sozinhos não iremos longe.





BOIADEIROS:







Nos ensinam a usar a força na hora certa, respeitar os mais fortes, preservar nossa vida, encontrar caminhos quando perdidos, sermos fiéis as leis de Deus.

ERÊS:




Nos ensinam a pureza, o respeito, a alegria, a importância do abraço, a respeitar os idosos, a nos encontrarmos com o Pai Maior através da fé.









MALANDROS:



Nos ensinam a sair de problemas usando apenas o dom da palavra e da conversa. Nos mostra a importância da amizade verdadeira, da caridade a nossos semelhantes, de não termos preconceitos, de vivermos para o bem independente de nossa situação. Nos mostra que devemos nos afastar de nossos vícios, tantos físicos quanto espirituais, e devemos ser batalhadores por causas justas, mesmo que essas causas sejam por uma minoria.







CIGANOS:




Nos ensinam a importância da união, da família, da hierarquia. Nos mostram caminhos da fé, nos ensinam a sermos mais sagazes, espertos e fiéis as tradições. Nos dão lições para buscarmos nosso objetivo, não nos deixar abater pela derrota, e não esmorecer em tempos difíceis.







EXÚS E POMBO GIRAS:



Nos ensinam a autopreservação, o respeito pelas diferenças alheias, o altruísmo, o perdão, a caridade, a luta, a busca por objetivos, a paciência, a alegria, a razão.


    E mesmo a Umbanda através de sua luz, de seus Orixás e de suas Entidades divinas nos passando dia após dia esses ensinamentos, nós não aprendemos, pois teimamos em errar em várias coisas, atos e ações. Mas a Umbanda está ai, com sua paciência, sua devoção e seu amor pelos seus filhos, que mesmo teimosos são abraçados pelos braços amorosos dessa amada religião.
    Portanto amigos umbandistas, vamos fazer o impossível para aprendermos essas lições de nossa religião amada, e começarmos a melhorar de dentro para fora, e assim com toda certeza fazermos um mundo muito melhor.


    Salve a Umbanda amada!



quarta-feira, 21 de março de 2018

O USO DAS VELAS


O USO DAS VELAS



    Quando um filho de Umbanda acende uma vela, mal sabe que está abrindo para sua mente uma porta interdimensional, onde sua mente consciente nem sonha com a força de seus poderes mentais.

    A vela funciona na mente das pessoas como um código mental. Os estímulos visuais captados pela luz da chama da vela acendem, na verdade, a fogueira interior de cada um, despertando a lembrança de um passado muito distante, onde seus ancestrais, sentados ao redor do fogo,tomavam decisões que mudariam o curso de suas vidas.

    A maioria dos umbandistas acendem velas para seus Guias de forma automática, num ritual mecânico, sem nenhuma concentração. É preciso muita concentração e respeito ao acender uma vela, pois a energia emitida pela mente do médium irá englobar a energia do fogo e, juntas, irão vibrar no espaço cósmico, para atender a razão da queima dessa vela.


  Nos trabalhos de Umbanda existe uma grande preocupação com o uso de velas virgens, ou que não estejam quebradas. Isso tem um grande fundamento, pois a vela virgem estava isenta da magnetização de uma vela usada anteriormente evitando assim um choque de energias, que geralmente anula o efeito do trabalho.

 As cores vibram em diferentes frequências energéticas, e têm significados simbólicos que podem mudar de acordo com a religião, a cultura, o país e as crenças pessoais.Listamos aqui alguns dos significados associados às cores:

Cores de velas

A vela branca: 
representa a pureza e sinceridade. É utilizada para obtermos paz de espírito, harmonia, equilíbrio em nossas casas. Acende-se quando se deseja paz, limpeza, cura, reconciliação, harmonia e iluminação.








A vela vermelha:   
    
deve ser acesa quando se precisa de coragem, ânimo, determinação, força, ação, dinamismo, vigor, proteção, conquistar e liderar assuntos relacionados à matéria, trabalho e dinheiro, para que se tenha triunfo e evolução rápida dos acontecimentos.

A vela violeta ou lilás:
deve ser acesa quando há necessidade de transmutar as energias, transformar negatividade, ter inspirações, aumentar a intuição,combater o "stress" e acalmar-se.


A vela laranja:
deve ser acesa para ter força mental, aumentar a confiança, a criatividade, o entusiasmo, o poder de atração e obter sucesso nos empreendimentos.




A vela rosa:

representa a beleza, o amor, a moralidade. Deve ser usada em assuntos amorosos para fortificar relacionamentos afetivos.
Boa cor para realizar os desejos do campo emocional e afetivo.



A vela verde:
simboliza a calma, a tranqüilidade e o equilíbrio. Deve ser acesa quando se desejar a cura física e espiritual, fertilidade, estabilidade e abundância.




A vela Amarela.
deve ser acesa quando se precisa de coragem, ânimo, determinação, força, ação, dinamismo, vigor, proteção, conquistar e liderar assuntos relacionados à matéria, trabalho e dinheiro, para que se tenha triunfo e evolução rápida dos acontecimentos.



A vela azul:

deve ser acesa quando se deseja adquirir calma, serenidade,sabedoria, desenvolver e trabalhar poderes paranormais, sensitividade, intuição e ter expansão nos projetos.


LISTA DE VELAS E A QUEM PODE SE OFERECER.

Anjo da Guarda: Branca.

Oxalá: Branca.

Ogum: Vermelha.

Xangô: Marrom.

Obaluaiê/Omulú: Traçada Branca e Preta / Traçada Amarela e Preta.

Oxóssi: Verde.

Iansã: Amarela.

Iemanjá: Azul claro ou Branca.

Nanã: Lilás (Roxa).

Oxum: Azul.

Ibeijada, Erês (Criança): Rosa, Azul ou Traçada Azul e Rosa.

Malandros:  Branca ou traçada branca e vermelha.

Ciganos: Vela de Cera, ou de Mel ou Colorida na cor do arco-íris.

Boiadeiro: Branca ou Amarela.

Caboclo de Ogum: Vermelha ou Verde.

Caboclo de Oxóssi: Verde.

Caboclo de Xangô: Marrom ou Verde.

Caboclas: Verde, Branca ou Traçadas Branca e Verde.

Exú e Pombo Gira: Preta, Vermelha ou Traçada Preta e Vermelha.

Pretas-Velhas: Traçada Branca e Preta, ou roxa.

Pretos-Velhos: Traçada Branca e Preta ou Branca.


    
Nunca se esqueça de que as velas, são extensão da vontade e dos pensamentos daquele que a acende, portanto, primeiramente limpe seus pensamentos e eleve sua vontade no bem. e nas causas justas para que assim tenha um bom resultado em seus pedidos e oferecimentos ao acender uma vela.


A vela ilumina primeiro quem a acende. Isso nos mostra que aquele que faz o bem para os outros será o primeiro a ser iluminado.


sexta-feira, 16 de março de 2018

DIA DE SÃO JESÉ - 19 DE MARÇO





                    São José é descendente da casa real de Davi. É o esposo da Virgem Maria e pai adotivo de Jesus Cristo. Nos Evangelhos ele aparece na infância de Jesus. Pode-se ver as citações nos livros de Mateus Capítulos 1 e 2, e em Lucas 1 e2. Na Bíblia, São José é apresentado como um justo. Mateus, em seu Evangelho, descreve a história sob o ponto de vista de José. Já Lucas narra o tempo de infância do menino Jesus contando com a presença de José.

São José na História da Salvação


São José estava noivo de Maria e, ao saber que ela estava grávida, decidiu abandoná-la, pois o filho não era dele. Ele pensa em abandoná-la para que ela não fosse punida com a morte por apedrejamento
Mas ele teve um sonho com um anjo que lhe disse que Maria ficou grávida pela ação do Espírito Santo, e que o menino que iria nascer era Filho de Deus, então, ele aceitou Maria como esposa. Perto do tempo previsto do nascimento de Jesus, por um decreto romano ele foi para Belém partir do recenseamento, lá Maria deu à luz ao Menino Jesus e José estava presente no nascimento.
O anjo, porém, deu novo aviso a José, em sonho. Com efeito, o anjo avisou a José que Herodes queria matar o menino Jesus e mandou-o pegar o menino e sua mãe e fugir para o Egito com eles. José obedeceu. Assim, A sagrada família foi para o Egito e viveram lá durante quatro anos. Após este tempo, o anjo avisou novamente a José em sonhos, dizendo que eles poderiam voltar para Nazaré porque Herodes tinha morrido. José obedeceu e levou a Sagrada Família novamente para Israel.

Vida Simples

 São José devotou sua vida aos cuidados de Jesus e Maria. Vivendo do trabalho de suas mãos, como carpinteiro, sustentou sua família com dignidade e exemplo. A profissão de carpinteiro propiciava dignidade à família. José era um judeu religioso e praticante. Ele consagrou o menino Jesus no Templo, logo depois que o menino nasceu. Este ato só era praticado na época por judeus piedosos. São José levava sua família regularmente às peregrinações de seu povo em Jerusalém, como, por exemplo, na Páscoa. Foi numa dessas peregrinações em que, na volta para Nazaré, o menino Jesus ficou em Jerusalém conversando com os doutores da lei. O menino tinha, então, doze anos. José e Maria, aflitos, voltam ao templo e encontram o menino Jesus debatendo com os doutores da

lei. Nesta ocasião, Jesus afirma que “Tinha que cuidar das coisas de seu Pai”. Esta é a última vez que José é mencionado nas Sagradas Escrituras. Todos os indícios levam a crer que José faleceu antes de Jesus começar sua vida pública. Caso contrário, ele certamente teria sido mencionado pelos evangelistas, como o foi Maria.


Influência de José na formação da personalidade de Jesus



São José teve papel importantíssimo na formação da personalidade de Jesus enquanto pessoa humana. Claro, Jesus é o Filho de Deus. Porém, se analisarmos o comportamento de Jesus do ponto de vista humano, veremos que ele (Jesus) foi um menino e um homem que teve um pai presente, piedoso e influente. Um pai que ensinou ao filho o caminho da justiça, da verdade, do amor e do conhecimento da Palavra de Deus. Não é à toa que São José é chamado de “Justo” desde os Evangelhos. Por isso, São José é um dos maiores santos de todos os tempos.

Revelações sobre o poder de intercessão de São José


São José é, sem dúvida, uma dos santos mais importantes da Igreja. Ele é invocado como o santo que intercede a Deus por todas as nossas necessidades. São José tem, diante de Deus, privilégios únicos. Esta é uma das revelações que foram dadas à Serva de Deus chamada Santa Águeda:“Por sua intercessão alcançamos a virtude da castidade e a vitória sobre as tentações contra pureza; alcançamos o poderoso auxílio da graça para sair do pecado e voltar à amizade com Deus; alcançamos a benevolência da Santíssima Virgem Maria e a verdadeira devoção a ela; alcançamos a graça de uma boa morte e a especial proteção contra o demônio nesta hora.” A Igreja afirma que os espíritos do mal estremecem quando ouvem o nome de São José ser invocado. Pela intercessão de São José, podemos alcançar a saúde e a ajuda nas dificuldades. Através dele, as famílias podem alcançar a bênção de uma vida digna.

Nossa Senhora também revelou a Santa Águeda: "Os homens ignoram os privilégios que o Senhor concedeu a São José, e quanto pode sua intercessão junto de Deus. Somente no dia do Juízo os homens conhecerão sua excelsa santidade e chorarão amargamente por não haverem se aproveitado desse meio tão poderoso e eficaz para sua salvação e alcançar as graças de que necessitavam". SJMJ
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A imagem de São José, como em toda a iconografia cristã, é rica em simbolismos
O manto marrom de São José


O manto marrom de São José tem um significado belo e profundo: a humildade e a simplicidade. O marrom é a cor da terra, do chão. Por isso, ele simboliza humildade e simplicidade, retratando a personalidade de São José: homem simples, humilde, do qual pouca coisa se fala na Bíblia. O marrom é também a cor da madeira. Por isso, o manto marrom de São José também nos lembra o ofício que ele desempenhava: o de carpinteiro. Portanto, o manto marrom de São José nos fala que ele era um homem humilde, simples, trabalhador, carpinteiro de profissão. Foi assim que ele ganhou a vida, amparou e sustentou a Sagrada Família.

A túnica de São José

A túnica de São José normalmente vem pintada na cor roxa, azul ou branca. O roxo representa a penitência, mas também (e mais aplicado a São José) a fé, a paciência e a confiança. O azul simboliza o céu, onde São José já está e, de lá, intercede por nós e é o grande patrono da Igreja. O branco simboliza a pureza de coração. Esta foi uma grandes virtudes de São José: homem puro e chamado pelo evangelista de 'justo'.

O lírio na mão de São José

O Lírio representa a pureza do seu coração e a vitória da vida sobre a morte. Representa a vitória dos santos, a vitória de São José sobre o mundo, sobre o pecado e, em Jesus Cristo, a vitória sobre a morte.

O olhar para baixo

Em quase todas as representações de São José ele está olhando para baixo. Isto significa que ele foi o pai terreno de Jesus. Lembra-nos que o grande São José foi pai adotivo do Filho de Deus. Porém, foi pai. Amou, cuidou, ensinou e formou o menino Deus cumprindo seu papel de pai, dando um nome e uma família a Jesus. Sua missão neste mundo, aqui 'em baixo', para onde São José olha, foi grandiosa. Por isso ele é representado olhando para baixo. Significa também que ele olha e intercede por nós que estamos aqui na terra, em peregrinação para o céu.

O menino Jesus no colo de São José

O menino Jesus no colo de São José é mais um símbolo da paternidade deste grande santo. Ele assumiu Maria quando ela estava grávida de Jesus, sabendo que ele não era o pai da criança. Segurando o menino Jesus no colo significa que cuidado e a proteção de pai que São José deu a Jesus e que pode dar a nós, pela sua intercessão.

A túnica branca do menino Jesus

A túnica branca do menino Jesus simboliza a pureza de coração do menino. Os detalhes em dourado simbolizam a origem divina de Jesus. Fala-nos, mais uma vez, que José é o pai adotivo de Jesus.

O globo na mão esquerda de Jesus

O globo na mão esquerda de Jesus significa o senhorio que ele tem sobre todas as coisas. Como diz São Paulo: 'Tudo foi criado por ele e para ele...' Ele é o Senhor, ou seja, o dono de tudo; ele tem o mundo em suas mãos.

A mão direita do menino Jesus abençoando


A mão direita do menino Jesus abençoando nos lembra o amor de Deus, que quer derramar sobre nós toda sorte de bênçãos espirituais em Cristo Jesus. E o menino Jesus também olha para o chão, como que olhando para toda a humanidade que está neste mundo, abençoando a cada um de nós.



PEDIDO DE ORAÇÕES

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